Amazon começa a usa chip próprio em assistentes de voz e reconhecimento facial

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A Amazon disse que mudou grande parte do processamento feito em sua assistente de voz Alexa para chips de design próprio, e com o objetivo de tornar os processos ainda mais rápido e barato, enquanto se afasta dos chips da Nvidia.

Entendendo as mudanças…

Quando os usuários de dispositivos tais como o Echo, da Amazon, fazem uma pergunta ao assistente e uma consulta é enviada a um dos datacenters da Amazon para várias etapas de processamento. Quando os computadores da Amazon emitem uma resposta, ela sai em formato de texto que deve ser traduzido em fala pelo assistente.

E a Amazon anteriormente utilizava esse processo usando chips da Nvidia, e que agora a maior parte do processamento acontecerá usando seu próprio chip Inferentia. Que foi anunciado pela primeira vez em 2018, o chip da Amazon é projetado de forma personalizada para acelerar grandes volumes de tarefas de aprendizado de máquina, como as traduções de textos para fala ou reconhecimentos de imagens.

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A empresa disse que essa mudança para o chip Inferentia melhorou a latência de alguns processos da Alexa em até 25%, a um custo 30% menor.

A Amazon também citou que o Rekognition, seu serviço de reconhecimento facial baseado em núvem, começou a usar os chips, mas não informou quais já havia usado antes ou quanto do processamento já mudou para seus próprios chips.

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