9 vilas na Itália que PAGAM para você morar lá, veja!

Para muitas pessoas morar na Europa é um sonho que pode ser possível e se receber um dinheiro para realizar esse sonho, já imaginou-se? Pois, é possível e saiba que um projeto pode ser a sua oportunidade.

Na região da Calábria, no sul da Itália, existe o planejamento em oferecer até € 28 mil (vinte e oito mil euros — aproximadamente R$ 170 mil reais)  no decorrer de três anos para pessoas dispostas a se mudar para os pequenos vilarejos com apenas 2.000 habitantes na esperança de reverter anos de declínio populacional.

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De acordo com a CNN, entre as vilas na Itália que pagam para você morar lá estão incluídas algumas próximos ao mar. Para quem prefere outras vistas, existem algumas também em encostas de montanhas. Contudo, é claro que uma cidadezinha italiana não daria dinheiro para você sem esperar nada em troca.

Para participar de algum dos projetos e obter os fundos, os novos residentes também devem se comprometer a lançar um pequeno negócio, seja do zero, seja aceitando ofertas pré-existentes de profissionais específicos procurados pelas cidades.

Além disso, as pessoas interessadas em morar nas vilas da Itália precisam estabelecer residência por lá e não ter mais do que 40 anos de idade. Entre outras exigências estão a mudança para a Calábria dentro de 90 dias depois de ter a aplicação bem sucedida.

A ideia do projeto e ajudar a atrair jovens pró-ativos e que estão com muita vontade de trabalhar. De acordo com Gianluca Gallo, um conselheiro regional, em entrevista para a CNN, as pessoas aprovadas receberão entre € 800 e € 1000 por mês entre dois e três anos. Sem contar que, paralelamente, pode se candidatar a um financiamento único de apoio no lançamento de uma nova atividade comercial.

Estamos aprimorando os detalhes técnicos, o valor mensal exato e a duração dos fundos, e se incluiremos também vilas um pouco maiores com até 3.000 residentes. Tivemos até agora um grande interesse das aldeias e, esperançosamente, se este primeiro esquema funcionar, é provável que haja mais nos próximos anos.

Gianluca Gallo — Conselheiro Regional

“Renda de residência ativa”

Chamado de “renda de residência ativa”, o projeto quer tornar a região italiana da Calábria em um local atrativo para quem quer trabalhar no sul. Aliás, a versão do sul da Itália foi renomeada e também agregou ao nome do projeto o “trabalho remoto”. A explicação foi dada por Gianpietro Coppola, prefeito de Altomonte, que contribuiu para o projeto. Ele diz que é uma abordagem mais direcionada para revitalizar pequenas comunidades do que as vendas de casas de um euro que chegaram recentemente às manchetes.

Queremos que seja uma experiência de inclusão social. Atrair pessoas para viver na região, desfrutar dos ambientes, enfeitar locais não utilizados como salas de conferências e conventos com internet de alta velocidade. Turismo incerto e casas de um euro não são as melhores maneiras de renovar o sul da Itália.

Gianpietro Coppola, prefeito de Altomonte

O projeto “renda de residência ativa” e o processo de inscrição serão lançados de maneira online nas próximas semanas. As cidades e autoridades políticas da região estão trabalhando no desenvolvimento há meses e já investiram mais de € 700 mil no projeto.

A região de Molise e a cidade de Candela, na Apúlia, adotaram esquemas semelhantes nos últimos anos como alternativa à venda de casas em ruínas pelo preço de um café expresso. Mais de 75% das cidades da Calábria, que são cerca de 320, atualmente têm menos de 5 mil residentes, levando ao temor de que algumas comunidades possam ser extintas completamente em poucos anos, a menos que ocorra uma rápida regeneração.

“O objetivo é impulsionar a economia local e dar uma nova vida às comunidades de pequena escala”, acrescenta Gallo. “Queremos fazer com que a demanda por empregos atenda à oferta, é por isso que pedimos às aldeias que nos dissessem que tipo de profissionais estão faltando para atrair trabalhadores específicos”.

Conforme as viagens globais recomecem e a Itália volte a receber os turistas de volta, visitar a região sul do país neste verão pode ser uma boa maneira de ter uma ideia da vida nas aldeias da Calábria.

Vilas na Itália que pagam para você morar lá

Aproveite e confira quais são as 9 vilas na Itália que pagam para você morar lá

Em Civita, especialmente no começo, mesmo quem fala italiano pode ficar perdido por lá. É que os habitantes locais em Civita falam um dialeto eslavo que parece estranho, chamado Arbereshe. A comunidade foi fundada no ano de 1400 por cidadãos albaneses que fugiam do império turco.

A pequena vila italiana, que fica em um penhasco rochoso dentro do Parque nacional de Pollino e que já foi ocupada por procurados pela justiça, tem apenas 1.000 habitantes e é um vilarejo autêntico do que a Calabria tem para mostrar.

O desfiladeiro do rio Raganello, o maior penhasco da Itália, é rodeado por rochas. É um caminho que serpenteia e desce até a “ponte do Diabo”. Por lá as velhas tradições, os rituais bizantinos e as comidas peculiares ainda sobrevivem. As casas antigas são conectadas por vielas circulares estreitas chamadas de “rugas” e têm chaminés de aparência assustadora que mantêm o mal à distância.

A vila de Aieta foi fundada sobre um antigo povoado grego e fica perto da Praia de Maratea (25 km) e da Praia a Mare. É bem pequena, mas muito elegante. As casas com telhados vermelhos estão agrupadas aos pés de uma grande fortaleza com vista panorâmica. Por lá os palácios renascentistas e luxuosos portais de pedra oferecem um vislumbre da Toscana na Calábria. Na floresta são vistas águias e lobos e as trilhas de trekking levam às aldeias vizinhas de Papasidero, Laino Borgo e Laino Castello.

Confira o site que mostra as vilas na Itália que pagam para você morar lá

Caso você tenha interesse e queira saber mais sobre as vilas na Itália que pagam para você morar lá, acesse o site da região da Calábria. Nele você poderá acompanhar as novidades do projeto, as datas e as formas de se candidatar para, quem sabe, ser um dos futuros moradores das vilas italianas.

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